Pular para o conteúdo principal

Checklist

   A checklist é um texto funcional que tem o objetivo de auxiliar no planejamento, desenvolvimento e conclusão de uma tarefa.
   O nome em inglês é mais conhecido devido ao seu maior uso no campo empresarial, que trouxe para os outros campos da nossa vida cotidiana, porém nada mais é que uma lista de checagem.
   Pensando em estruturar tópicos (teremos um link no futuro) um apanhado para organização, estudos e lettering, iniciei um canal no Youtube, para que possamos juntos pensar sobre estratégias e métodos deste tipo para nós mesmo e nossos filhos e alunos na nossa rotina.
   Sendo assim, assistam ao vídeo que tem pouco mais de 1 minuto, curtam e se inscrevam no canal.
   Neste link você tem o formulário para você copiar no seu google drive, não responda nele, ok? Só vai até o final dele e clica no lápis que tem lá, para criar uma cópia e salvar com outro nome, assim você pode editar sem que haja interferência no original. Se houver diferença do que há neste link aqui, por favor, me avise.




Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Poema unicórnio

 Se eu paro A paralisia é um sinal Mas o diagnóstico É possível  Da passividade  Do profissional E não de mim Se há veneno Ou é psicossomático O corpo É social Posso falar Mas a audição É real ou virtual? A minha ação não  Faz mais que  condição  E o planejamento Condiz com a prática E a ática  Reverberação dissociativa Literária precisa de uma Relação interlocutiva Ou não Não mais Não mais Não mais O resultado é solitude É solidão É produto  Não é reduzido É produto Pro du to A di ver são  A ca bou 16/4/2021

O anel da falecida de Edson Gabriel Garcia

 

Eternidade no chinelo

Dormíamos todos no mesmo quarto, e já tínhamos uma sala nesta altura da vida. A gente dormia em beliche, eu e meu irmão, e como sou mais velha ficava embaixo. A mãe nos botava para dormir cedo, depois de um dia cheio  de “ô mãaaae, olha ele!”, “foi ela!”, - chinelo voador. Isto, de fato, era todo dia e geralmente íamos dormir magoados e de bundas quentes. Anos 90 eram diferentes, vocês precisam entender, não é uma ode  à violência contra a criança. Pois é, mesmo assim os chinelos, sempre os chinelos, e todas as vezes que aquele moleque subia na beliche largava os dele lá do alto para eu ter que arrumar os chinelos virados, já que estes eram motivo de medo e raiva, pois continham muito poder. Ele chiava: “Desvira.” “Não” - chiava eu de volta “Se ela morre, a culpa é tua.” “O chinelo é teu.” “Eu estou pedindo.” - Miava. “Não.” “...” “Não. Não. Não. Não. ...” Ele descia e desvirava o dele, pegava os meus e os virava lá do outro lado do quarto, dizendo: “Ah é, é? Você vai ver!” D...